Foi como voltar no tempo... Os grandes oradores, que já nasciam grandes, tomados em seus brios, faziam das palavras, uma aula de oratória. Olhavam para as galerias do plenário, estufavam o peito e as palavras saiam gigantes de sua boca. O povo, e o bem do povo eram a sua meta. Ao discursar, falavam como numa roda de amigos. Não existiam inimigos, apenas adversários. Não diziam palavra sobre a vida de ninguém, apenas dos atos públicos. Todos conheciam os grandes oradores. Todos sabiam que seus discursos eram enormes em significado, sabedoria e propriedade do que diziam. Quanta saudade...quanta saudade...
E na noite fria do começo de junho, nesta quarta feira 03/06, em que na Câmara Municipal de Cabreúva foi discutido e aprovado o projeto de Lei da vereadora Lurdes Santi, que denominou Creche Olga Malvezzi, a creche que está sendo construída no bairro do Novo Bonfim, o tempo se fez voltar.
O ex-vereador Mário Malvezzi, filho de Olga Malvezzi e do grande Guerino Malvezzi, usou a tribuna, mais uma vez.
Sua fala firme, pausada, numa linguagem própria dos grandes oradores, dos grandes tribunos, dos grandes vereadores, foi breve. Agradeceu a homenagem feita a sua mãe. Apenas isso... Mas disse tanto...
Ver Mário Malvezzi na tribuna da Câmara me remeteu a um tempo que nunca vivi, mas muito estudei, muito li, muito ouvi falar. Era o tempo que ser vereador era um ato de coragem, um ato de valentia, um ato de amor à cidade, de amor à Cabreúva.
Mário Malvezzi talvez não seja um homem de diploma, mas é um doutor da vida política. Um senhor distinto, que sempre primou pela ética. Um homem de bem, como se dizia. Seu pai, Guerino Malvezzi foi vereador por vários mandatos, numa época que nada recebia por isso, e chamava nossa cidade de “minha Cabreúva”. Foi também, um dos maiores oradores que já passaram pela nossa Casa de Leis.
Ao final da sessão desta noite, quando fui cumprimentá-lo, tive mais uma lição dos grandes homens: Mário Malvezzi agradeceu a presença de todos nós, que estávamos esperando-o, a homenagem à sua mãe. Disse, também, que seu pai, sim, era um grande orador, e pediu-nos desculpas por não ter falado bem, por estar nervoso.
Quanta lição foi dada nessa noite. Quanta saudade do tempo que existiam os grandes homens, que ainda por cima, tinham a modéstia de não se acharem melhores do que ninguém... Quanto exemplo a ser seguido, se ainda houvesse homens de bem... Homens da estirpe de Mário Malvezzi...
E na noite fria do começo de junho, nesta quarta feira 03/06, em que na Câmara Municipal de Cabreúva foi discutido e aprovado o projeto de Lei da vereadora Lurdes Santi, que denominou Creche Olga Malvezzi, a creche que está sendo construída no bairro do Novo Bonfim, o tempo se fez voltar.
O ex-vereador Mário Malvezzi, filho de Olga Malvezzi e do grande Guerino Malvezzi, usou a tribuna, mais uma vez.
Sua fala firme, pausada, numa linguagem própria dos grandes oradores, dos grandes tribunos, dos grandes vereadores, foi breve. Agradeceu a homenagem feita a sua mãe. Apenas isso... Mas disse tanto...
Ver Mário Malvezzi na tribuna da Câmara me remeteu a um tempo que nunca vivi, mas muito estudei, muito li, muito ouvi falar. Era o tempo que ser vereador era um ato de coragem, um ato de valentia, um ato de amor à cidade, de amor à Cabreúva.
Mário Malvezzi talvez não seja um homem de diploma, mas é um doutor da vida política. Um senhor distinto, que sempre primou pela ética. Um homem de bem, como se dizia. Seu pai, Guerino Malvezzi foi vereador por vários mandatos, numa época que nada recebia por isso, e chamava nossa cidade de “minha Cabreúva”. Foi também, um dos maiores oradores que já passaram pela nossa Casa de Leis.
Ao final da sessão desta noite, quando fui cumprimentá-lo, tive mais uma lição dos grandes homens: Mário Malvezzi agradeceu a presença de todos nós, que estávamos esperando-o, a homenagem à sua mãe. Disse, também, que seu pai, sim, era um grande orador, e pediu-nos desculpas por não ter falado bem, por estar nervoso.
Quanta lição foi dada nessa noite. Quanta saudade do tempo que existiam os grandes homens, que ainda por cima, tinham a modéstia de não se acharem melhores do que ninguém... Quanto exemplo a ser seguido, se ainda houvesse homens de bem... Homens da estirpe de Mário Malvezzi...