quarta-feira, 11 de maio de 2011

Covarde intimidação

Tentar intimidar oponentes políticos com ameaça, não é algo recente. Os nazistas já faziam isso no século XX.

Alguns desses oponentes, como não sabem debater com argumentos coerentes, apelam para ataques pessoais, como já ocorrido em nossa Câmara de Vereadores de Cabreúva, onde fui chamado de mentiroso e covarde.

Recebi nesta segunda-feira (09/05/11), à tarde, algumas ligações provenientes de telefones públicos e sem identificação, em meu celular.

Fui ameaçado de morte, se continuar escrevendo neste blog e continuar ajudando e orientando as investigações feitas pelo Vereador Oliveira contra a corrupção em Cabreúva.

Fascinante! Isso me me leva a crer, que se trata de alguém que está incomodado com os artigos postados aqui no blog e procura me intimidar.

Não vai conseguir! Muito pelo contrário, fico mais determinado em expor para a sociedade as minhas convicções.

Não tenho medo de ameaças.

Sendo assim, continuo meu trabalho de mostar a verdade verdadeira, nestes dias de tantas verdades mentirosas. Mostrar a nossa verdadeira política, nossos verdadeiros políticos, sem medo e sem nada a temer. Só a verdade, mesmo que seja inconveniente e não agrade a todos.

Aprendi, lendo e estudando Rui Barbosa que, fora da lei não há salvação.

Escolhi o caminho mais difícil, o da oposição. Preferi o lado mais fraco para defender o ideal mais forte: a liberdade de opinião.

sábado, 7 de maio de 2011

Mãe...

Poema para uma mãe

poema de Magridt Gollnick Luz


Mãe...como definir essa palavra?
Ora...mãe é sempre mãe!
Em todos os tempos.

Mãe é expressão de amor profundo, de amparo, 
proteção, aconchego, de carinho e dedicação;
Mãe é professora, é médica, é anjo da guarda, 
é a Rainha do lar!

Enfim, ser mãe é dádiva de Deus!

É ter o privilégio de gerar vida.
É ganhar de Deus um milagre, 
um tesouro vivo.

Você que é mãe, foi especialmente escolhida 
por Deus para trazer ao mundo, 
e tomar conta de uma vida de Deus
Vida que é propósito de Deus.

Cabe a você mãe, mostrar aos seus filhos 
que a luz vem do alto, 
de um Deus todo Poderoso
do qual viemos e para o qual 
voltaremos um dia.

À todas as mães, toda a felicidade que Deus 
proporciona e a direção do Espírito Santo 
nessa linda missão de ser mãe!

Deus abençoe todas as mães!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O bullying na política

Galdêncio Torquato
O estilo é a marca principal do político, a estética de sua ação. O senador Roberto Requião (PMDB-Pr) que o diga. Faz do estilo montaria de batalha. São muitos os episódios em que o ex-governador do Paraná aparece dando vazão a um repertório de manifestações, gestos e atitudes que dão realce a um ator, cujo desempenho poderia surpreender o renomado mestre da arte teatral, Constantin Stanislavski.
Pois Requião “vive” intensamente o papel, não fica na mera interpretação. Daí parecer autêntico, sem meias palavras, despachado, um cabra da peste. Como um dândi no meio da plantação, chama a atenção pelo prazer de espantar as mais distintas platéias.
O senador cultiva o hábito de guerrear com palavras e acaba borrando a imagem com tintas da polêmica.
O recente episódio em que tomou o gravador de um repórter, que lhe perguntara sobre a aposentadoria vitalícia, ocorreu para se defender de uma imprensa “absolutamente provocadora e irresponsável”, a quem acusa de praticar bullying.
O conceito, como se recorda, ganhou ênfase no meio da discussão provocada pelo assassinato de 12 crianças numa escola do Realengo, no Rio de Janeiro. Trouxe à tona a história do assassino Wellington Menezes, que, em carta, lembrou os atos de violência psicológica a que foi submetido quando estudante naquele estabelecimento.
O tema está na ordem do dia dos educadores, pela gravidade que tem assumido nos espaços escolares. Puxá-lo, agora, para a arena política e, mais ainda, pela expressão de um senador da República, é um ato que carece fundamentação.
A intenção de Requião de acusar a imprensa de praticar bullying seria mero artifício para justificar a “perda de paciência”, caracterizada pelo gesto de arrancar o gravador das mãos do repórter (e depois devolvê-lo sem a gravação), ou ele está mesmo convencido de que jornalistas e programas, como os citados CQC e Pânico, invadem a esfera pessoal de entrevistados com “doses de provocação”, praticando, por conseguinte, violência psicológica?
A expressão senatorial não se sustenta. Confunde escopos. Programas humorísticos não são eixos centrais da imprensa. Suas funções essenciais são as de informar, interpretar e opinar. Entreter é uma função secundária.
Quando um jornalista perquire um mandatário sobre patrimônio, proventos, benesses, prêmios, viagens, ações, gestos e atitudes, o faz porque tal acervo é de interesse daqueles que ele representa.
O homem público precisa prestar contas de todos os atos que, de forma direta ou indireta, possuem relação com os bens e valores da República.
Pelo que se sabe, a entrevista com o senador versaria sobre sua aposentadoria vitalícia, garantida por uma liminar que, posteriormente, foi revogada pelo Tribunal de Justiça do Paraná.
O tema, portanto, era pertinente, eis que a aposentadoria vitalícia, prevista pela própria Constituição Federal, deverá ser objeto de apreciação pelo Supremo Tribunal Federal.
Sob esse prisma, não se justifica o rompante agressivo do ex-governador. Não se tratava, pois, de abordagem humorística e sim de pauta jornalística.
Um alto representante congressual não pode deixar de discorrer sobre assunto de significação social e muito menos “perder a paciência” com repórteres provocativos. Provocar, aliás, é um verbo conjugado pela missão investigativa da mídia.
Vejamos, agora, a questão sob o ângulo do entretenimento, pois tanto o senador Requião quanto outros políticos e celebridades carimbam certos programas de humor como “excrescência, apelativos e constrangedores”.
O entretenimento, como se sabe, faz parte do menu da comunicação de massa. Levado ao território dos olimpianos – artistas, cantores, políticos, famosos em geral – incorpora condimentos azeitados com aspectos da vida pessoal. Não raro, os entrevistados passam por uma bateria de perguntas embaraçadoras, sarcásticas e, convenhamos, insultuosas em certos casos.
Nesse ponto, convém lembrar que o universo das celebridades – incluindo os políticos – cultiva certo gosto pelo dandismo, e este estilo afetado cai bem no perfil de atores do teatro midiático.
Não são poucos os que apostam no preceito de que serão mais festejados e glorificados ao “se fazerem notar a qualquer preço”. Tal noção lhes impõe uma estética exuberante (indumentária chocante) e uma semântica estrondeante (estropícios linguísticos).
Celebra-se, assim, um casamento de conveniências, o que dá “liberdade” a determinados programas de TV às tais “provocações” – com derrapadas pelo terreno da infâmia –, e consequentes conflitos entre as partes.
Não raro ocorre interpenetração entre os espaços dos verbos “zoar, gozar, tirar sarro, brincar, ironizar” e os corredores dos verbos “discriminar, humilhar, ofender, agredir, perseguir, ameaçar”.
O bullying político, a que se refere o senador, estaria no segundo território. Para se caracterizar como tal, porém, a violência psicológica sobre o político deveria conter o elemento repetição, ou seja, a vítima deveria ser submetida a frequente assédio por parte dos algozes. Nossas vítimas políticas seriam sempre as mesmas?
E mais, no bullying os indivíduos intimidados ou agredidos pelo valentão (bully) não são capazes de se defender. Valentia por valentia, como se pode ver, Requião é mais campeão. Se alguém não desejar responder às “provocações” de um repórter, o silêncio é também uma forma de expressão.
Quem se sente atingido na honra poderá apelar aos Tribunais. São inúmeros os casos de pessoas que recorrem à Justiça para se defender de calúnia, injúria e difamação.
Já o bullying nas escolas de nosso país, esse deve ser matéria prioritária de educadores, governantes e políticos. A humilhação infringida a milhares de crianças ensombrece nosso amanhã pela ameaça de termos parcela de uma geração atrofiada pela violência física e psicológica.
Por último, seria conveniente que os tocadores da banda midiática que assedia celebridades e políticos usassem a régua do bom senso.
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP e consultor político e de comunicação Twitter @gaudtorquato

sábado, 30 de abril de 2011

O Crepúsculo dos Deuses

Nunca me orgulhei em criticar os políticos de minha cidade. Nunca tive satisfação em revelar às pessoas, as mazelas e desmandos em nossa prefeitura. Nunca me senti feliz em escancarar e noticiar os processos de cassação, ainda em vigor no TSE, do prefeito de Cabreúva, ou os inúmeros processos por irregularidades de contratos e licitações, julgados pelo TCE e sempre perdidos pela prefeitura. Não gosto de dizer aos leitores deste blog, que nossos vereadores são relapsos, omissos em seu papel fiscalizador ou mesmo coniventes com as irregularidades da prefeitura, da mesma forma que não gosto de divulgar que existem vereadores que fazem e conseguem ver aprovadas leis inconstitucionais, em nossa Câmara de Vereadores, mesmo sendo esse mesmo vereador, inelegível na próxima eleição, justamente por não cumprir a lei. Não queria estar dizendo que vereadores de cinco mandatos, nunca fizeram absolutamente nada pela nossa cidade, senão prometer o impossível aos humildes, numa clara demonstração de estelionato eleitoral. Também não queria dizer que Cabreúva só cresceu em arrecadação fiscal, mas não se desenvolveu em indicadores sociais - a saúde está a beira do caos, a segurança não existe e a educação é uma ficção de números do FUNDEB - e, talvez seja esse o motivo de nosso prefeito sentir vergonha de se encontrar com outros prefeitos da região e, por isso, sempre mandar algum representante, da mesma forma que sair nas ruas e conversar com os cidadãos, fato, que eu saiba, nunca aconteceu após as eleições.
Este blog nunca teve medo da verdade, talvez por isso processado 18 vezes e censurado, impedido de dizer ou revelar os nomes dos autores dos processos. Cumpro meu papel de cidadão, mesmo que não agrade aos "Donos do Poder".
Aliás, o papel desempenhado por eles, os "Donos do Poder" de nossa Cabreúva, em todos esses anos passados, está deixando de existir, dando lugar à uma política feita por cidadãos mais engajados, jovens mais preocupados com o futuro do todo um município e não só o seu futuro, trocando o "eu", por "nós", trocando os "deuses da política" por políticos comprometidos com o todo.
Não podemos desprezar o papel da política na vida dos indivíduos. Isso é o que, finalmente, estamos aprendendo. Porém, não podemos também deixar de entender o que se passa no processo político hoje em vigor em nosso país e, como não poderia deixar de ser, em nossa Cabreúva, onde a classe política promove todo o tipo de ação que vai desencadear no descrédito, na decepção e no conformismo da maioria de nosso povo. 
A arte da política que se baseia em relações, negociações éticas e convívio com diferente ideologias, foi totalmente descaracterizada pelo grupo, hoje no poder, em nossa Cabreúva.
Massacradas por perseguições pessoais, por processos, por oferecimento de cargos, por facilidades suspeitas, por difamação de sua imagem pessoal, as lideranças políticas de nosso município, praticamente desapareceram. O que restou foram os "heróis a enfrentar os Deuses da política", numa visão mitológica, representada por alguns poucos personagens em Cabreúva, a chamada oposição, que não aceitou abandonar seus ideais, que não optou pelo conformismo. Seria esse o papel da política?
A população é sempre ávida em cobrar da classe política, ética, respeito e moral no fazer político, no entanto a prática demonstra que a população acaba sendo diretamente responsável pelo atual estado de degradação política. Ainda predominam em nossas eleições, a troca de favores, o clientelismo, o voto inconsciente e inconsequênte. Quem ainda se lembra do candidato em que votou nas últimas eleições? Quem acompanha a ação parlamentar do candidato que escolheu? Quem procura se envolver nas lutas pelas demandas populares? Quem age no sentido da mudança? A prática tem demonstrado que hoje em dia, a ideologia da dominação ainda é comum em nosso país e a corrupção é um mal generalizado em todos setores da vida dos cidadãos, onde se cometem infrações no trânsito, enganam pessoas em transações comerciais simples e até na vida escolar os alunos aprendem a burlar a vigilância e competência dos professores, através da cola, da cópia de trabalhos e do desinteresse por um conteúdo que vai lhes servir por toda a vida. 
São apenas os políticos que estão errados?

A mudança na política, isso foi o que sempre cobrei, critiquei e defendi, só acontecerá quando houver mudanças na cultura de nossa população, onde o cidadão passe a acreditar e praticar a justiça e a democracia, e a defender a verdade e o interesse coletivo.
Felizmente é isso o que temos presenciado em Cabreúva. A mudança. O interesse no coletivo. Ainda é apenas um começo, mas é um começo.
Os comerciantes do centro do município sentiram que somente unindo-se por um ideal comum, poderiam mudar algo e salvar seus negócios. Assim foi criada a Associação de Amigos do Comércio de Cabreúva. O bairro do Vale Verde fortaleceu a Associação de Moradores do Vale Verde e passaram a cobrar ações e melhorias em seu bairro. Os moradores do Jardim Pedroso cansaram-se do abandono e estão formalizado a sua associação de moradores.
Os dias dos donos do poder, estão chegando ao fim. O crepúsculo dos que sempre se acharam os "deuses da política". 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Seriedade é isso...

Exemplo de seriedade. Desta forma podemos definir o Deputado Federal Luiz Fernando Machado (PSDB-SP). Não vou ser parcial. Por esse motivo, peço que leiam a reportagem abaixo, feita pelo Jornal de Jundiaí, em 18/04/2011 e o editorial da Folha de São Paulo, de 17/04/2011. Seriedade com o eleitor e com o cidadão é isso...

 O deputado federal por Jundiaí, Luiz Fernando Machado (PSDB), é autor de proposta de emenda à constituição que propõe a punição com inelegibilidade aos governantes que não cumprirem planos de metas registrados em campanha. A iniciativa causa repercussão nacional e foi tema de editorial do jornal Folha de S.Paulo, que viu a ideia como positiva. Luiz Fernando disse já ter ouvido também que, se aprovada, a proposta vai revolucionar o governo de todos os municípios brasileiros.

"Essa proposta foi elaborada com a assistência técnica da bancada do PSDB e está muito completa, bem criteriosa; por isso, nossa expectativa é de bastante discussão", disse o deputado. Segundo ele, a ideia surgiu a partir de um projeto semelhante apresentado em Jundiaí pelo vereador Marcelo Gastaldo, em 2008. A medida obrigaria os eleitos a cumprirem o plano de governo apresentado no momento do registro da candidatura.

"O objetivo é que o plano esteja em sua meta de governo e seja cumprido durante o mandato". A iniciativa complementa o debate da Rede Nossa São Paulo (composta por organização não governamentais do Estado), que pretende, ainda neste mês, entregar ao Congresso proposta de emenda constitucional que obrigue os eleitos para cargos executivos a apresentarem plano de metas para os quatro anos de mandato.

"Minha iniciativa já foi apresentada e as duas ideias se complementam. Vamos convidar o movimento Nossa São Paulo para o debate e somar as iniciativas", afirmou Machado. Ele disse também que vai se reunir com a presidência da Câmara para discutir a nomeação da comissão que vai acompanhar o trâmite na Casa. Para apresentar a proposta, o tucano reuniu a assinatura de 176 deputados - cinco a mais do mínimo exigido pelo Congresso.

A proposta está na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania). Para ter validade, ela precisa ser aprovada na Câmara e ser submetida à apreciação do Senado para depois seguir para sanção presidencial. O deputado diz estar confiante na aprovação da medida, a primeira apresentada por ele. "Trabalhamos duro por quase 60 dias. A expectativa é que o Congresso compreenda a importância da criação de uma lei exigindo prudência dos representantes do Executivo no momento de fazer promessas realistas e que poderão ser cumpridas."

Fonte: Jornal de Jundiaí - JJ, 18/04/2011

sábado, 19 de março de 2011

SinergiaK

"Sinergia é definida como o trabalho ou esforço coordenado de vários subsistemas na realização de uma tarefa complexa ou função. Ou seja, é o ato simultâneo de diversos organismos para o mesmo fim.
Agem com sinergia, amigos que resolvem montar um negócio ou um projeto em conjunto, onde a confiança é motivada pela mútua iniciativa e a comprovação de competências para realização de atividades de interesse comum. A colaboração acontece com a ética no exercício destas competências para a obtenção de resultados mutuamente vantajosos."

Esses são os conceitos teóricos de sinergia, que de uma maneira prática e competente, tem se tornado real e muito próximo de nós.
A quantidade surpreendente de blogs e sites que tratam (ou maltratam) a política e os políticos, faz com que as pessoas sejam seletivas na procura de notícias e opiniões confiáveis.
Também sou seletivo nessas questões, para formar as minhas próprias opiniões.
O que tem me surpreendido, é um projeto da Agência Experimental de Comunicação e Artes (AECA) da Faculdade de Comunicação e Artes (FCA) do CEUNSP, produzido por alunos do curso de Jornalismo, cuja editora é a competente e talentosa cabreuvana, Jaqueline Defendi Rosa.
Trata-se do blog SinergiaK (http://www.sinergiak.blogspot.com/), que procura mostrar a política numa linguagem acessível a todos e, principalmente ao meio acadêmico e que vale ser visitado.
Esse experimento tem sido bem sucedido, pois colocou sob a responsabilidade de jovens universitários, a seleção, editoração e publicação de textos políticos, em nível nacional, na internet, com o objetivo de despertar o interesse do internauta pela política, tornando-a mais acessível e formando as bases de um pensamento crítico, justamente àqueles que demonstam não ter qualquer interesse pelo assunto.
O grande trunfo deste projeto universitário, é que ele está sob responsabilidade de jovens engajados e conhecedores da linguagem que domina o mundo cibernético. A grande surpresa, é a de que os jovens se interessam, e muito, por política. O mistério, até agora, foi a forma de levar aos universitários, o conhecimento político, sem uma roupagem ideológica. Como disse Arnold Toynbee, historiador inglês: “O maior castigo para quem não gosta de política é ser governado pelos que gostam”. Essa frase, é a legenda do SinergiaK
Ao que parece, mistério, finalmente desvendado.

terça-feira, 15 de março de 2011

As opções para a prefeitura de Cabreúva, em 2012

Acabou o carnaval... e agora o assunto começa a ficar sério!
O quadro político que temos hoje, que pretende ocupar a prefeitura de Cabreúva em 2012, já está quase formado. Digo quase porque até as convenções dos partidos, quando serão formadas as coligações, alguma coisa ainda pode mudar. E vai mudar, certamente.
O que temos hoje, quando se fala em prefeitura e, prováveis futuros candidatos, diria ser promissor. O eleitor poderá escolher, com poucas chances de errar, um condutor confiável ao caminho do desenvolvimento do município. Um ou outro quer apenas crescer. O discurso, da maioria é o desenvolvimento, o que diga-se, é acertado.
Os nomes prováveis a se enfrentar na corrida eleitoral, não serão novidade... estão na boca do povo. O mesmo povo que deverá assumir um papel responsável, nas próximas eleições, para não errar novamente e deixar a cidade parada, como está atualmente.
Mangini, Henrique, José Cavalcanti, Mirandinha, Manuel Barros e Reinaldo Camargo são as pessoas que disputarão o cargo de Prefeito Municipal de Cabreúva.
Claro que as pesquisas influenciarão quem, de fato, será candidato.
Se me dessem a chance de analisar as candidaturas, apostaria que, dos nomes apresentados, restarão apenas quatro: Mangini, Henrique, Jasé Cavalcanti e Manuel Barros.
Procurando ser o mais imparcial possível, passamos ao que, em minha opinião, qualifica essas candidaturas.
Mangini vem da eleição de 2008, com um capital de votos imenso. Sua participação no dia a dia da cidade, é criticada por alguns, mas a verdade é que nunca abandonou seu eleitorado. Participa, deu continuidade e ampliou aos seus projetos sociais. Faz parte da administração pública da cidade de Itu, sendo elogiado por seu trabalho e pela reorganização e eficiência da Secretaria de Defesa do Cidadão.
Henrique Martin foi o vereador mais votado da história de Cabreúva. Em seu segundo mandato de vereador, foi eleito presidente da Câmara Municipal no biênio 2011-2012. Henrique deu dinamismo à Câmara, além de aproximar a população dos trabalhos do legislativo cabreuvano, além de estabelecer diálogos importantes com o executivo municipal.
José Cavalcanti é um homem de sucesso. Empresário com vários negócios em Cabreúva, foi chamado a disputar o cargo de prefeito, por outros empresários. Tem importante vantagem competitiva, comparado aos outros postulantes: não é político e, portanto, não está contaminado pelos vícios da política. Conta com a simpatia da população, mesmo seu nome não sendo tão conhecido quanto os dos demais. Pode ser a surpresa da eleição de 2012.
Manuel Barros já foi candidato à prefeitura, em 2004. Sério, honesto, competente e profundo conhecedor dos problemas da cidade, está sendo a opção das famílias mais tradicionais de Cabreúva. Manuel também não se contaminou, mesmo com sua passagem pela política. Sua campanha foi feita com recursos totalmente próprios, diferente de todos os outros candidatos. Ainda é um mistério por qual partido disputará as eleições, mas as articulações e convites existem desde 2009.
Os outros pretendentes serão tragados pela rejeição aos seus nomes e conflitos partidários.
A única certeza é a de que Cabreúva, nas próximas eleições, terá verdadeiras opções. Isso à prefeitura.
Já no legislativo, o quadro que se apresenta como futuros candidatos à vereador é, no mínimo, preocupante. Mas isso é um assunto para uma próxima postagem...