terça-feira, 6 de outubro de 2020

Os cães sempre ladram!

Não tenham dúvidas, caros leitores... os cães, sempre obcecados pela miséria intelectual, ladram... mas a verdade sempre passa e, nunca desapercebida!

Os que falam e mostram a verdade sempre são alvo da verborragia indignada dos que a querem esconder... isso em todos os tempos. 

Prevalece nesse blog o tema "A CORAGEM NÃO LHES SALVARÁ, MAS MOSTRARÁ QUE SUAS ALMAS AINDA VIVEM!"

E tenham certeza, minha alma ainda vive!

domingo, 4 de setembro de 2016

Mudar o mundo!



Um dia acreditei que poderia mudar o mundo... Cresci, amadureci... enxerguei a face triste da natureza humana... a miséria da alma, a inveja, o ódio gratuíto...
Depois de tanto ver a realidade... a triste e tão próxima realidade, parei, pensei, refleti... e aprendi com Cora Coralina...
"Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou.
Ensinou a amar a vida. Não desistir da luta. Recomeçar na derrota. Renunciar a palavras e pensamentos Negativos. Acreditar nos valores humanos. Ser otimista.
Creio numa força imanente que vai ligando a família humana numa corrente luminosa da fraternidade universal. Creio na solidariedade humana. Creio na superação dos erros e angústias do presente.
Acredito nos moços. Exalto sua confiança, generosidade e idealismo. Creio nos milagres da ciência e na descoberta de uma profilaxia futura dos erros e violências do presente.
Aprendi que mais vale lutar do que recolher dinheiro fácil. Antes acreditar do que duvidar."

Sim... eu ainda acredito que posso mudar o mundo, e você também pode, basta acreditar, querer e começar!

Uma nova política


Sempre tive um interesse enorme por política, um campo de estudo que ensina a cada dia, para aqueles que querem e sentem a necessidade de aprender. A política que me interessa, que me encanta e entusiasma a continuar acreditando é aquela em que enxergo as atitudes transformadoras e, sim... elas existem! Algumas cidades ousaram experimentar o novo, nas eleições de 2012, e o novo deu certo. Políticos que não são profissionais da política, não foram produzidos na mesa de marqueteiros, que estão juntos à população no dia a dia, que não se escondem em seus gabinetes. Alguns exemplos: Cabreúva voltou a sorrir e resgatou o orgulho de sermos cabreuvanos... Henrique Martin faz uma gestão voltada para as pessoas, todas as pessoas e a cidade se renova, inova e desenvolve a cada dia, com coragem de mudar pensamentos e enfrentar desafios. Orlândia, administrada por Flávia Mendes Gomes, progride à olhos vistos, saindo de um ostracismo de décadas e hoje em pleno desenvolvimento humano, social e econômico. A linda Monteiro Lobato, da incansável prefeita Daniela De Cássia Santos Brito, encanta a alma e o coração pelo cuidado, empenho e carinho com que é administrada. Essas três cidades, tão distantes entre si, encontram algo em comum: a força política de cada prefeito, nascida do esforço e dedicação sempre juntos à população, seja no Palácio dos Bandeirantes, seja em Brasília, onde conquistaram o respeito pelo seu trabalho. Agora são candidatos à reeleição e digo sem medo: são merecedores! Deixo aqui meu respeito e carinho à Henrique, Flávia e Daniela ... e a frase com que sintetizo tudo o que aprendi nesses anos de política e vida pública ..."Política não se faz com ódio, pois não é função hepática. É filha da consciência, irmã do caráter, hóspede do coração. Eventualmente, pode até ser açoitada pela mesma cólera com que Jesus Cristo, o político da Paz e da Justiça, expulsou os vendilhões do Templo. Nunca com a raiva dos invejosos, maledicentes, frustrados ou ressentidos. Sejamos fiéis ao evangelho de Santo Agostinho: ódio ao pecado, amor ao pecador. Quem não se interessa pela política, não se interessa pela vida..."
Ulisses Guimarães

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O ocaso de Madame Natasha


Madame Natasha continua a atender, como nos diz o grande Élio Gaspari. Atende a todos sem distinção...mas prefere os pobres – eles saem muito melhor nas fotos. Principalmente agora que se aproxima a grande eleição de síndico do prédio. Madame Natasha quer ser reeleita, para dar continuidade ao seu projeto maior... que ninguém sabe o que é, mas isso é só um detalhe.
A campanha para a sua reeleição vai à toda... os jornais do condomínio só falam nela, só mostram ela, as páginas das redes sociais, também. Poucos sabem, mas os recursos do caixa do condomínio são usados todos para pagar a mídia, mesmo as mídias serem gratuitas...só os moradores do prédio não sabem, apesar de todos os meses as taxas serem aumentadas, mas isso é, também, apenas um detalhe. E aí de quem ouse contrariar Madame Natasha... proibiu todos os trabalhadores de sequer curtirem as páginas do facebook dos outros candidatos à síndico -  deu advertência para o faxineiro, mandou embora o jardineiro - mas o caixa do condomínio estava vazio para a rescisão e o chamou de volta, prometendo um aumento de salário na próxima gestão.
Madame Natasha está meio triste... na última pesquisa paga pelo zelador, parece que seu marketing não está dando resultado... têm caído nas pesquisas para síndica. Está uma fera... mas todos sabem que é mais uma gatinha que uma leoa. Bem... a leoa, afinal de contas era a antiga síndica, que fingiu estar de fora, e lançou o vigia da noite para concorrer... como ninguém o via, nem o conhecia, pois passava mais tempo fora do que vigiando o condomínio, essa Natasha levou. Depois foram comemorar juntos, os três. Já que sempre foram próximas e grandes amigas, é a antiga síndica quem manda de verdade no condomínio, enquanto Madame Natasha fica esperando seu fotógrafo particular, que às vezes não aparece, pois vive dando mancada...

Parece que o sol está se pondo... o ocaso de Madame Natasha está bem próximo.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

A ordem dos números.

Caros amigos,  recebi ontem uma mensagem via wattsapp, pedindo para que votasse em uma enquete pela Internet, para saber quem eu escolheria como meu candidato para prefeito em 2016. Curiosamente entrei no site sugerido e havia três nome, os mesmos candidatos de 2013 e uma outra opção com o título de "OUTROS", no qual aparecia um campo para que colocasse o nome escolhido. Após votar, surgia o resultado, que dava uma larga vantagem para justamente "OUTROS", sem aparecer quem era.
Hoje, novamente curioso, fui verificar como estava o resultado da votação virtual e, pasmem, somente os três conhecidos nomes estavam disputando essa eleição virtual.
 Conforme havia dito em uma outra postagem neste mesmo blog..."o resultado das pesquisas tem os números daquele que a contrata."
Tem muito político eleito com uma dificuldade enorme de lidar com a democracia e não tem o menor escrúpulo em modificar ou alterar a ordem dos números,  isso quando lhe favorece... quando apenas lhe favorece...

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A política, por Millôr Fernandes


“Ser político é engolir sapo e não ter indigestão, respirar o ar do executivo e não sentir a execução, é acreditar no diálogo em que o poder fala e ele escuta, é ser ao mesmo tempo um imã e um caleidoscópio de boatos, é aprender a sofrer humilhações todos os dias, em pequenas doses, até ficar completamente imune à ofensa global, é esvaziar a tragédia atual com uma demagogia repetida de tragédia antiga, é ver o que não existe e olhar, sem ver, a miséria existente, é não ter religião e por isso mesmo cortejar a todas, é, no meio da mais degradante desonra, encontrar sempre uma saída honrosa, é nunca pisar nos amigos sem pedir desculpas, é correr logo pra bilheteria quando alguém grita que o circo pega fogo, é rir do sem-graça encontrando no antiespírito o supremo deleite desde que seu portador seja bem alto, é flexionar a espinha, a vocação e a alma em longas prostrações ante o poder como preparação do dia de exercê-lo, é recompor com estoicismo indignidades passadas projetando pra história uma biografia no mínimo improvável, é almoçar quatro vezes e jantar umas seis pra resolver definitivamente o problema da nossa subnutrição endêmica, é tentar nobremente a redistribuição dos bens sociais, começando, é natural, por acumulá-los, pois não se pode distribuir o pão disperso, e é ser probo segundo autocritério. E assim, por conhecer profundamente a causa pública e a natureza humana, estar sempre pronto a usufruir diariamente o gozo de pequenas provações e a sofrer na própria pele insuportáveis vantagens.”
Millôr Fernandes...

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A verdade dos números.

Caros amigos, observando as estatísticas deste blog, tenho notado que a postagem relacionada à análise sobre as opções de candidaturas ao cargo de prefeito em 2012, é, de longe, a que tem tido mais acessos.
Interessante notar que os "analistas políticos" da nossa cidade, estão indo buscar o ponto de vista deste blogueiro, àquela época, para fazerem suas projeções para o futuro político cabreuvano.
Não resta dúvidas de que, muita coisa mudou... o quadro político é outro, assim como a perspectiva política é outra.
As enquetes que têm se espalhado pela cidade, trazem números assustadores, à princípio, mas jamais refletem a realidade, uma vez que, quem encomenda, quer receber exatamente o que comprou, ou seja, números favoráveis. Pesquisas, em Cabreúva, não existem... o que existem são boatos, uma vez que o Tribunal Regional Eleitoral não recebeu nenhum pedido de registro de pesquisas pré-eleitorais.
Para qualquer análise séria do quadro político cabreuvano, no mínimo é preciso buscar a verdade matemática dos números, pois são os únicos que não mentem. 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

O Clube dos Nove

Caros amigos, temos em Cabreúva um círculo fechado de pessoas que integram um poder constitucional que quase ninguém entende o porquê existe... mas existe! O Clube dos Nove... o círculo fechado de pessoas chamadas de vereadores. Para que serve um vereador?
Acima de tudo, os vereadores servem para representar a sociedade na Câmara.
Ele é o político que deve estar mais próximo dos cidadãos, entendendo os problemas da cidade e buscando soluções. A cidade é onde as pessoas moram, trabalham e se divertem e os vereadores devem entender as demandas das diferentes classes e comunidades existentes na cidade e representá-los politicamente. Os vereadores estão, ou deveriam estar, mais próximos da população do que a prefeitura, e por isso muitas vezes servem como canalizadores de denúncias e reclamações para o poder público. Apesar da proximidade com os cidadãos, os vereadores não têm o poder de executar serviços públicos (como mandar consertar buracos em ruas e postes de iluminação queimados ou podar árvores). Mas então que poderes eles realmente tem?
Os vereadores criam e votam projetos de lei para assegurar direitos aos cidadãos e beneficiar a cidade como um todo, atendendo o coletivo. Como as leis não se aplicam sozinhas, é papel da prefeitura fazer com que as leis sejam cumpridas. Os vereadores podem fazer leis, por exemplo, que tratem dos impostos municipais (como mudanças no IPTU), benefícios fiscais (como diminuir os impostos pagos por construções que sejam ambientalmente sustentáveis), ocupação do solo urbano (como determinar que em certa área da cidade só se possa construir prédios comerciais), proteção do patrimônio municipal material (como tombar uma construção) ou imaterial e a elaboração do orçamento da cidade.
Um dos poderes mais importantes dos vereadores e sua principal função é o de fiscalizar tudo o que a prefeitura faz, principalmente na aplicação de recursos para melhorar a cidade da forma como está previsto na lei orçamentária aprovada.
Mas devemos lembrar uma valiosa lição: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”. Mas então quais são as responsabilidades dos nossos vereadores?
A principal obrigação dos vereadores é participar ativamente das sessões da Câmara Municipal. Além disso, ele deve estar por dentro dos acontecimentos de sua cidade, trabalhar para solucionar os problemas dos cidadãos, acompanhar as obras públicas realizadas pela prefeitura, acompanhar a criação de comissões, fóruns e comitês, trabalhar junto aos movimentos sociais e serem cidadãos exemplares.
Apesar de não terem na prática o poder de consertar buracos e postes de iluminação, podar árvores, construir pracinhas e oferecer serviços públicos (como assistência médica), muitos vereadores fazem isso visando, em troca, ganhar votos. Essa é uma prática que deveria ser mais fiscalizada e combatida pela justiça eleitoral, pois configura compra de votos e, qualquer cidadão pode e deve denunciar essa prática.
Os cidadãos também podem apresentar ideias aos vereadores e, com isso, transformar em leis que beneficiam a cidade.
Foi isso que esse blogueiro fez. Sugeri, na qualidade de cidadão, no início do atual mandato, a extinção dos cargos de assessor de vereador, pois na prática, eram meros cabos eleitorais remunerados com o dinheiro público, que nunca apareciam na Câmara Municipal. Isso proporcionou uma economia de, no mínimo, 10 salários mínimos mensais, sem contar a economia dos encargos sociais.

Lembro a todo se, especialmente aos futuros candidatos ao cargo de vereador que, a Câmara Municipal de Cabreúva está localizada na Avenida Major Antonio da Silveira Camargo, nº 395 - Centro, e tem seu horário de funcionamento, de segunda à sexta-feira, das 08h às 17h. As sessões ordinárias são realizadas na 1ª, 2ª e 4ª quartas-feiras de cada mês. Cabreúva possui, atualmente, 9 vereadores. O Clube dos Nove...

quarta-feira, 1 de julho de 2015

A encruzilhada

Caros amigos, apesar de muitos políticos, pseudo-políticos e aspirantes à política discordarem, vivemos em uma democracia, com todas as suas qualidades e seus defeitos, além de um grande paradoxo: lutamos tanto por ela, e não a usamos. Uma geração inteira brigou pelo retorno da democracia representativa, mas levou a substitutiva. Em uma democracia representativa, a cidadania ativamente demonstra suas vontades, e elas são canalizadas por seus representantes. No caso brasileiro, a democracia não começa na urna: termina nela. Parece que apertar uma tecla a cada quatro anos é a nossa concepção de governo "do povo, pelo povo e para o povo". Depois de verificado o desastre, voltamos às urnas, quatro anos depois, para eleger a mesma combinação de ineptos e corruptos. E, mesmo sabendo do insucesso do modus operandi, nós o repetimos. Alguém já disse que um dos sinais da loucura é continuar fazendo a mesma coisa e esperar que o resultado seja diferente...
E o melhor é quando reclamamos, furiosos, das pessoas que nós mesmos colocamos no poder. Muita indignação e pouca ou nenhuma ação.
Logo, teremos novas eleições municipais. Candidatos ao cargo de vereador com pouco ou nenhum preparo. Alguns, sem nem ao menos saber para que serve um vereador, ou nem mesmo sabem onde fica a Câmara Municipal... pensando em si mesmos, no individual, no "eu", nas facilidades e vantagens do cargo. O coletivo, a população, a cidade? Ora... depois eles arrumam alguma coisa para o povo... uma indicação de lombada, um novo nome de rua para agradar uma família grande de eleitores, uma restauração de ponto de ônibus... e, acreditem! já tem campanha na rua, na internet e nas redes sociais... já tem "candidato" pagando cerveja, fazendo churrasco em bar, arrumando consulta... Males da democracia... eleger os que devem nos representar, mas só representam seus interesses... representam a si mesmos...
Teremos, também, nova eleição em que escolheremos o futuro prefeito... e essa eleição pode surpreender, uma vez que, em política, a primeira lição é não subestimar ninguém... mas isso é uma outra história... 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Reflexões...


Caros amigos, estamos chegando a mais uma eleição municipal. Momento de analisar e refletir sobre a condução de nossa cidade.

Depois de muita leitura e interpretações, compartilharei com todos minhas próprias reflexões sobre o processo eleitoral.
Não posso deixar de dizer que, exige-se dos eleitores um olhar coletivo sobre a sociedade, sem uma visão míope daquilo que rodeia o "eu", devendo-se avançar sobre a visão do "nós". Não é tarefa fácil, diga-se.
Posso dizer, por enquanto que, depois da deliciosa leitura dos livros: "Os Donos do Poder", de Raimundo Faoro e, "Brasil: Uma Biografia", da antropóloga Lilia Moritz Schwarcz e da historiadora Heloísa Murgel Starling, farei uma análise dos nossos três poderes.
Muita coisa em jogo e muita vaidade melindrada, mas necessária para o bom entendimento da política cabreuvana, com quem ela tem andado, que está assustando muita gente e quais os rumos que ela poderá tomar, se ela assim o quiser.
O objetivo é fazer o leitor (também o eleitor), refletir.
Façamos o nosso compromisso, então.
Como um aperitivo para nossa reflexão... tido como primeiro historiador do Brasil, o frei baiano Vicente do Salvador (1564 - 1636), certa vez escreveu: "Nenhum homem nesta terra é repúblico, nem zela, ou trata do bem comum, senão cada um do bem particular."

segunda-feira, 1 de junho de 2015

O preço da honra.

Caros amigos, agora é oficial... Não represento perigo à sociedade e, portanto, não precisarei dividir uma cela com assaltantes, estupradores, assassinos bandidos políticos. Fui absolvido do crime de dizer a verdade. Não se espantem! Fui, como é sabido pela maioria dos leitores deste blog, processado criminalmente por não ter censurado um comentário inserido na postagem "A política do ódio e da perseguição." Agora, seis anos após ser processado, estou tendo sentenças favoráveis, estando livre do rol dos criminosos deste país. Essa é a parte criminal. Pesa ainda sobre este blogueiro, a parte cível.
Como todos sabem, o direito nasceu para proteger a propriedade e não a sociedade. Digo isso como mediano estudante de Direito. Nossos professores nos ensinam, além da parte técnica, a pensarmos. Daí essa afirmação.
Desta maneira, a parcela da sociedade atingida pelo meu princípio de não censurar o pensamento (não era esse, dentre outros pensamentos, o ideal de revoluções, como a Francesa?), achou por bem, pasmem!, processar-me por atingir-lhes a "honra".
Para este blogueiro, alguns princípios não tem preço: a verdade, a honestidade e a honra. Não existe algo que dê a dimensão monetária a princípios, mas não foi essa a forma de pensar de meus algozes.
Fixa-se, para pagar todo mal de dizer a verdade, o valor de R$ 3.000,00.
Esse é o preço da honra daqueles que se intitulavam os "Donos do Poder".
Mas aprendi muito com isso tudo. Dentre outras coisas, que o Estado, representado pelo nosso sistema judiciário, gasta muito com pessoal, material, oficiais de justiça e horas de empenho em julgamentos para coisas tão desnecessárias, intrigas meramente políticas, para tentar o silêncio daqueles que "honram" a verdade.
Além disso, hoje escolho bem meus inimigos... afinal não dou a qualquer um a honra de me enfrentar... e essa honra, não tem preço.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Egoísmo social?


Caros amigos, retomo as rédeas da razão... não da minha razão como verdade absoluta, mas a razão que me levou a afastar-me deste canal de comunicação, por quase três anos.
Sem dúvida, ainda me faltam as palavras, pelo puro exercício de não as utilizar com a frequência necessária ou a que gostaria necessária.
Sendo assim, a retomada deste Cabreúva em Foco será gradual e paulatina, mas ainda com a profundidade dos assuntos políticos, tratadas como sempre o fiz: com a verdade e isenção.
Registro abaixo, aquilo que considero de extrema importância nesses dias de hoje, patrulhados pela ideologia do Facebook, criadora de líderes e destruidora de reputações.
O texto do filósofo Luiz Felipe Pondé, é muito claro e objetivo. Espero que tirem as suas conclusões... eu já tirei as minhas!
"... Nietzsche costumava dizer que nós sonhamos com um sol que se preocupe com o que a gente sente. E ele dizia que no final das contas, quando a gente descobre que o sol não está nem aí pra nós, que as estrelas não brilham pra nós, que o mar não existe pra que a gente nade nele, a gente entra num desespero que ele chamava de ressentimento.
O que é o ressentimento? É você achar que todos deviam te amar mais do que amam, você achar que todo mundo devia reconhecer em você grandes valores que você não tem.
Do século XIX pra cá, o ressentimento piorou muito. Ele está em toda parte. Você não pode falar nada que todo mundo se ofende; se você fizer uma crítica, todo mundo toma como pessoal.
Provavelmente, daqui a mil anos, não vão lembrar da nossa época como a época do iPad. Vão lembrar da nossa época como a era do ressentimento. Somos uma civilização de mimados que não é capaz de escutar nenhuma crítica sem achar que é uma questão de ofensa pessoal."

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Um longo silêncio.

Caros amigos, estou retomando as postagens do Cabreúva em Foco, após um longo silêncio.
Antes de mais nada, quero me desculpar com os inúmeros leitores do blog que, mesmo sem estar atualizado, continuaram lendo e consultando as postagens.
Sem dúvida, meus leitores, vocês merecem, no mínimo, uma satisfação.
Após uma árdua campanha em que este blogueiro participou em 2012 e, com a vitória do então candidato Henrique Martin, fui convidado a assumir uma secretaria na Prefeitura de Cabreúva.
Sem dúvida, um enorme desafio: A Secretaria de Cultura.
Após muito pensar e refletir sobre o assunto, aceitei o desafio proposto e comecei a montar a equipe, sem perder o espírito crítico.
Diante disso, pouco ou nenhum tempo tinha para qualquer outra coisa, a não ser pensar um modo de levar cultura - palavra de significados tão subjetivos quanto objetivos - a todos os cabreuvanos.
Esse, caros amigos, foi o motivo de manter-me afastado por tanto tempo.
Aproveito esse meu período de ferias - as primeiras, depois de mais de cinco anos de atividades políticas intensas - em que mesmo assim, visito a secretaria todos os dias, para fazer essa "mea culpa", sem esquecer de agradecer a cada um de vocês, pela apoio e confiança.
Em breve, muito mais postagens.
Obrigado!

sábado, 12 de maio de 2012

ESPAÇO ABERTO

AVISO AOS AMIGOS LEITORES DO CABREÚVA EM FOCO:
A POSTAGEM  "Ato de Repúdio", FOI REMOVIDA, À PEDIDO DE Vera Balduíno.


GRUPO CABREÚVA: HISTÓRIA E MEMÓRIA

Como a Escola Ana Mesquita Laurini já viveu no bojo da Escola Lucídio?

Nos meados dos anos 60, as escolas de 1ª a 4ª séries eram denominadas “escolas primárias” e o Lucídio era uma dessas escolas. É bom lembrar que antes dessa época, as escolas dos bairros de Cabreúva só tinham classes de 1º ao 3º ano e, o 4º ano então, tinha que ser cursado no centro da cidade, hoje centro histórico. Não havia, na ocasião o transporte público, por isso, só os privilegiados que tivessem uma condução (bicicleta ou cavalo) ou aqueles que se dispusessem a fazer uma caminhada a pé até o centro, concluíam o 1º grau.

No ano de 1963, foi criado o Ginásio Estadual, que correspondia ao curso ginasial de 1º ao 4º ano (o que hoje é de 5ª à 8ª série).

Para ingressar no ginásio era preciso passar por um vestibular. Houve, neste mesmo ano um vestibular do qual se formaram duas turmas: 1º A e 1º B.

Essas duas classes do ginásio funcionavam nas salas ociosas do Lucídio, que recebeu então o nome de “Ginásio Estadual Ana Mesquita Laurini”. O nome foi uma homenagem que o professor Alberto Mesquita quis prestar a sua irmã recentemente falecida.

O professor Alberto era secretário do padre Baleeiro, naquela ocasião secretário estadual da educação. Foi assim que o professor conseguiu colocar Cabreúva na relação das cidades que pleiteavam um ginásio.

Com o tempo, mudanças educacionais criaram o 1º Grau (abrangendo da 1ª à 8ª série) e o 2º Grau (abrangendo os cursos normais, científicos e clássicos), e o nome que prevaleceu na entidade foi o de Lucídio, que já era escola de 1º grau.

O nome Ana Mesquita Laurini foi então, transferido à escola do bairro Bonfim, que passou a chamar-se “E.E.P.G. Ana Mesquita Laurini”.

Teresinha de Jesus Camargo Faccioli

quinta-feira, 8 de março de 2012

CABREÚVA: HISTÓRIA E MEMÓRIA


O homem é a palavra. O mais é circunstância. A história é a palavra. O resto é conseqüência. Por isso a história do homem é a história de sua palavra. É a crônica de sua linguagem. É o cotidiano do possível dizer.
Na Grécia livre de Péricles, o discurso era a palavra. Na Judéia oprimida de Cristo, o discurso era a parábola. Na Idade Média torturada de Galileu, o discurso era o silêncio.
O que é a Bíblia senão a fábula do povo judeu tiranizado sob os salgueiros da Babilônia? O que foi a tragédia grega senão a metáfora da liberdade? E Bernard Shaw roendo a empáfia do império britânico? 
Este não é, portanto, um espaço descompromissado. É a garganta das pedras.
Menino de fazenda, cedo aprendi que, quando a estrada não dá caminho, toma-se o atalho.
É o jeito de dizer, pela boca dos outros, o tornado indizível, com uma liguagem simples, séria, necessária.
É mostrar a verdade verdadeira, nestes dias de tantas verdades mentirosas.
É a coragem de mostrar a nossa história, nossa gente, sem medo, sem vergonha e com muito orgulho.
Esse não é um espaço meu: é um espaço da nossa história e de nossa memória, contado por muitos que vivem a própria história contada e, por outros, que trazem em suas memórias, a história que pensou-se esquecida ou perdida. Outras, nunca contadas.
Temos então, a partir de agora, um pouco da vida de Cabreúva, retratada por contistas, cronistas e gente como a gente - cabreuvanos que recomeçam a sentir orgulho de serem cabreuvanos.
Renato Violardi
 
CABREÚVA: HISTÓRIA E MEMÓRIA

Início da Colonização de Cabreúva.

Em meados do século XVIII, saíram da Vila de Itu, alguns fazendeiros e suas famílias, atrás de terras, e trouxeram consigo muitos escravos para exploração do outro lado do Rio Tietê.

Entre as famílias destacaram-se, Martins Barros, Martins e Ramos, e Martins de Mello, que seguindo as trilhas deixadas pelos Bandeirantes chegaram numa terra, que chamaram de Piraí.

Nesse local fixou uma família, que demarcou essa terra como sua propriedade para exploração, outras seguiram em frente, na busca de mais terras e também se fixaram, assim surgindo as Fazendas: Barrinha, Campininha, Guaxatuba, Barreiro e outras.

As divisas das fazendas eram demarcadas por valetas abertas pelos escravos. Este tipo de marcação ainda é encontrada em alguns lugares do município.

Baseado nesses dados, podemos considerar que a Fazenda Piraí foi a primeira da colonização ituana no nosso município, e o seu nome originou o bairro e a primeira estrada ligando Itu à Cabreúva.

Waldemar Camargo





sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

MUITO ALÉM DO JARDIM

Por três anos, este blog trouxe à Cabreúva, uma nova forma de pensar política. Não houve pretensão alguma de ser revolucionário, despertar amores ou ódios. O que este blogueiro sempre buscou foi, mostrando a verdade dos fatos, sempre escondida pelo poder, provocar o pensar diferente. Não tenho dúvida que, no geral, fui bem sucedido.

 
Quando pensamos na população, em como a informação chega à população, certamente levo em conta as distorções provocadas pelo “ouvir dizer”. Mesmo os internautas, aqueles que tem acesso às informações instantâneas, ainda uma minoria, pouco ou quase nada se interessavam por política. Hoje, existe outra realidade em Cabreúva, em parte, estimulada pelo Cabreúva em Foco.

Um longo caminho foi percorrido. Houve muitas perseguições e ameaças. Por outro lado, essa a grande conquista, um grande número de cabreuvanos começou a questionar se o caminho político que estávamos trilhando, estava no rumo certo, se aqueles que estão no poder – e sempre estiveram – realmente fizeram algo de relevante pela cidade, se o continuísmo e a continuidade acrescentam algo de novo, se o momento de mudar, finalmente chegou.

Era esse o objetivo do blog. Assim, fecha-se um primeiro ciclo: o de criar um pensamento crítico, um novo olhar em relação à nossa política.

Agora partiremos à uma segunda etapa: qual o papel do cidadão no desenvolvimento de Cabreúva? Como o cidadão pode influir (e influi) no destino de sua cidade?

Precisaremos nos despir de preconceitos e nos comprometer verdadeiramente. Não podemos deixar ao outro - nossos vizinhos, nossos vereadores – a responsabilidade que nos cabe. Cada um de nós é responsável pela cidade que temos, pela cidade que queremos e pela cidade que é possível.

O cidadão deve assumir seu verdadeiro, seu real papel na construção da cidadania.

Essa é a missão deste blog, a partir de agora: mostrar que existe um vasto mundo, muito além do jardim...

domingo, 6 de novembro de 2011

Henrique Martin

De muitas maneiras, o trabalho de um crítico é fácil. Arriscamos pouco e desfrutamos de uma posição sobre aqueles que oferecem seu trabalho, seu posicionamento político e, a si mesmos, ao nosso julgamento.
Nós prosperamos na crítica política, seja positiva ou negativa, que é divertida de se escrever e ler.
Mas a dura realidade que nós críticos temos de enfrentar é a de que, no todo, um posicionamento medíocre é, provavelmente, mais significativo do que a nossa crítica, que assim o designa.
Mas há vezes em que um crítico realmente arrisca algo e, isto é na descoberta e na defesa do novo.
O mundo geralmente é indelicado com os novos talentos e as novas criações.
O novo precisa de amigos.
Nesses últimos tempos, tenho experimentado, vivenciado algo novo, de uma fonte, para este crítico, excepcionalmente inesperada.
Se dissesse que tanto o novo jeito de enxergar a política como quem me fez enxergá-la, desafiaram meus preconceitos sobre a boa política, eu estaria me contendo.
Esse novo jeito de ver e fazer política me abalou profundamente.
No passado nunca escondi meu desdém sobre a forma populista como se fazia política em nossa Cabreúva.
Mas vejo que só agora realmente compreendo a profundidade do que é o realmente “pensar no povo” e, que o pensar diferente é o caminho para colocar em prática a boa política.
Nem todos podem se tornar um grande líder, mas um grande líder pode vir de qualquer lugar.
É difícil imaginar origens mais humildes do que as do novo líder que hoje comanda a política cabreuvana e, na opinião deste blogueiro e sempre crítico da política é, nada mais, nada menos que a pessoa mais preparada para conduzir nossa cidade a um futuro promissor.
Essa é a vida, com suas inconstantes. A vida que só tem de previsível a sua imprevisibilidade.
São por esses motivos que hoje digo : a Cabreúva do futuro deve ser conduzida por esse jovem político que aprendi a admirar e respeitar – Henrique Martin.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Enfim, um pouco de luz...

Desde os tempos mais remotos a sociedade sempre distinguiu os comportamentos humanos em dois blocos antagônicos: o bem e o mal. As virtudes e os defeitos sempre serviram e, ainda servem, para distinguir o joio do trigo e assim garantir a proteção do próprio grupo social.
Esses comportamentos são indissociáveis do grupamento humano, estando o Estado sempre sujeito aos seus efeitos. Talvez seja por isso que grandes filósofos políticos como Maquiavel, Rousseau e Montesquieu sempre fizeram questão de afirmar que nem todos os homens eram bons e que o Estado sempre estava sujeito a atentados de entes corrompidos.
Com o passar do tempo o homem afastou-se muito dos padrões éticos como a honestidade e a honradez, fazendo com que, ao reverso, se aproximasse demasiadamente de um fenômeno social, chamado corrupção.
A corrupção certamente é o mal que mais aflige a humanidade atualmente e está associada à fragilidade dos padrões éticos da sociedade, refletida principalmente na ética do agente público.
Neste aspecto, preocupante é a constatação da existência da acentuada deformação de caráter em muitos dos que ascendem ou pretendem ascender à administração do interesse público, ou seja, os detentores do poder e seus sucessores.
A solução, ao que consta, depende da mudança cultura, da mudança de mentalidade, que deve partir do maior interessado: o povo e, por estarmos entre eles, de todos nós. A melhor arma para o combate à corrupção é a reprovação popular. “É preciso educar o povo e ensiná-lo a amar o coletivo”, como bem disse Montesquieu.
Faço essa necessária introdução para salientar que, por lado, todos nós nos cansamos de observar que, mesmo tendo tentado extirpar esse mal, nada foi feito em nossa Cabreúva, e por outro lado, aquele que mais tentou, e muitos julgavam derrotado, estará de volta.
O Vereador Oliveira estará retornando à Casa de Leis de nossa cidade.
Depois de suspeitas de um sério problema de saúde que o levou à pedir licença por 120 dias, festivamente aprovado na Câmara Municipal de Cabreúva, com direito a desabafos de alegria dos vereadores da base aliada do prefeito e de alguns jornais do município, numa clara demonstração de desrespeito, calúnias e injúrias, finalmente o Vereador Oliveira se viu recuperado e foi liberado pelos seus médicos.
Acredito que, noites de sono serão raridade entre alguns integrantes do secretariado municipal, assim como à base aliada do prefeito na Câmara. Da mesma forma, Oliveira retorna tirando o sono do candidato, antes opositor, agora sucessor do prefeito, uma vez que, por serem amigos, estarão em posições distintas, pois quem era candidato da oposição ao atual prefeito, em 2008 e se beneficiou do vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=lNarNmbXxGA), amplamente divulgado na internet e resultou em dois processos no Tribunal Superior Eleitoral, hoje é o candidato do próprio prefeito, ou seja, concordando com tudo que o vídeo mostrava: a compra de votos. Oliveira continua sendo oposição  ao mau uso do dinheiro público.
Mesmo afastado por problemas de saúde, Oliveira teve notícias e ligações diárias de Cabreúva, pedindo a sua volta e, continuou atuando, na figura deste blogueiro e seu assessor. Todo o seu trabalho de investigação das contas públicas e da podre mistura do dinheiro público com o interesse privado, seguiam em relatórios freqüentes e, desta vez, quem se surpreendeu foi o próprio Oliveira, ao desaprovar o comportamento de sua suplente que, ao ser empossada, fez da Câmara uma sucursal da entidade de alta classe que representa, tão distante do povo, não se comportando como uma suplente do vereador que investiga gasto públicos, mas como uma suplente perto demais do poder que o vereador Oliveira sempre combateu. A gota d´água para esse retorno foi o desrespeito e descumprimento de um pedido seu, antes de se afastar, resultando na exoneração deste seu assessor, para cumprir um pedido do candidato do prefeito e uma exigência do grupo político do próprio prefeito.
A intenção indireta e escondida desta exoneração, era dar lugar de assessora à esposa do presidente do partido da suplente, estabelecendo assim, a ligação do dinheiro público com a manutenção partidária, fato que jamais seria permitido pelo Vereador Oliveira, defensor intransigente da moralidade e transparência pública.
As noites de muitos que já não mais se preocupavam, não serão tranqüilas pois, em meio às trevas morais e éticas da política cabreuvana, finalmente voltaremos a ter a esperança de um pouco de luz...

domingo, 11 de setembro de 2011

Vade retro, corrupção!

por Josué Gomes da Silva

Foi muito importante para o Brasil a recente atitude de um empresário em Santa Catarina que se recusou a pagar propina a funcionários públicos para facilitar a liberação de obra na região metropolitana de Florianópolis. Entre dois caminhos possíveis, ele escolheu o melhor para a sua empresa e para o país; ainda que, em princípio, o mais difícil. 

O gesto do empresário lembrou-me importante ensinamento de Jesus Cristo no Sermão da Montanha (Mateus, 7: 13-14): "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ela. Que estreita é a porta e que apertado o caminho que leva para a vida, e que poucos são os que acertam com ela". 
Independentemente da questão religiosa, é inegável a sabedoria contida nas palavras de Cristo. A despeito das dificuldades a serem enfrentadas, devemos optar pelo certo e pelo honesto, rejeitando o errado. É preciso que cada um, em autêntica cruzada, cerre fileira contra a improbidade, a favor da transparência, da eficácia e da correção da gestão nos setores público e privado. 
Afinal de contas, cada ato de corrupção tem dois lados: quem recebe e quem dá. 
Estudo da Transparência Internacional mostra que as nações mais corruptas são as que têm as economias menos competitivas. Em recente relatório da entidade, sobre 2010, 68 países, num universo de 178, estão mais bem colocados do que o Brasil. Precisamos evoluir muito nossa posição, enfrentando com mão firme os corruptos e os corruptores. 
Pagamos impostos para ter saúde, educação, segurança e receber investimentos governamentais, como em saneamento básico e infraestrutura. A corrupção consome parte desses recursos, reduzindo a eficiência dos serviços e das obras, impedindo a tão reclamada racionalização da carga tributária. 
Estimativa apresentada pelo economista Marcos Fernandes da Silva em reportagem da Folha (especial Corrupção, 4/9) concluiu que a corrupção custou ao Brasil o equivalente a uma Bolívia, entre 2002 e 2008. É preocupante. 
A receita fiscal tem crescido de modo expressivo no Brasil, apontam estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Neste ano, pagaremos mais de R$ 1 trilhão em tributos à União, aos Estados e aos municípios. São recursos que, estancada a corrupção, contribuirão em muito para um Brasil melhor e mais desenvolvido. 
Para tornar isso possível, é necessário que todos se pautem pela atitude do empresário catarinense que optou pela porta estreita da ética. Se a sociedade fizer sempre o correto, impediremos que o dinheiro dos impostos se perca no ralo da improbidade.

Folha de São Paulo, 11/09/2011